01.Set
31.Ago
26.Ago
3Dvia Studio - produção do game casual
25.Ago
04.Ago
A partir de
A partir de
Licença comercial
A partir de US$ 869,00
05 de abril de 2010
SITE ALPHA CHANNEL COMPLETAMENTE RENOVADO
Em breve anunciaremos a data de lançamento da versão beta deste tão esperado site.
Para quem viveu a história da Alpha Channel, o tema site sempre gerou polêmica entre seus professores, alunos e público em geral.
Na época em que foi lançado, há cerca de 7 anos, foi o primeiro a abordar com profundidade o conteúdo dos cursos e o detalhamento do que vem a ser a Computação Gráfica.
Criticado pelo Design e por suas funcionalidades incomuns, o site da Alpha Channel sobreviveu às intempéries e mostrou-se funcional, sobretudo por ter sido feito experimentalmente pela equipe interna da Alpha Channel, que envolveu alunos, professores e colaboradores que nem eram da área. Foi um esforço comum para mostrar ao público que o objetivo da Alpha Channel era ensinar e mostrar que é possível criar e evoluir passo a passo, e não somente estampar coisas feitas por artistas internacionais e profissionais experientes.
Agora, finalmente, o site novo está na boca do forno. Aos aficcionados pela Alpha Channel e por Computação Gráfica, informamos que este também foi gerado após longa discussão interna com toda a Equipe, agora muito mais madura e experiente, e que a geração, tanto do design quanto da programação envolvida, é interna, ou seja, nós ainda queremos mostrar ao nosso público que o site é feito com tecnologia e conhecimento gerados dentro da Alpha Channel e que nossos alunos e colaborados tem importancia fundamental neste processo.
Abraços a todos,
Equipe Alpha Channel
27 de novembro de 2009
Drupal: CMS open source fazendo muito sucesso

O Drupal é mais um entre tantos sistemas de gerenciamento de conteúdo ("CMS", sigla em Inglês) para a web escritos na linguagem PHP.
Um CMS para a web é, basicamente, um software para criar e gerenciar websites dinâmicos. Existem realmente muitos deles, comerciais e livres / gratuitos, dos mais simples aos mais poderosos. Escolher o mais adequado em cada caso exige conhecimento, que exige pesquisa, pois há muitos fatores envolvidos.
Mas um desses fatores certamente é a popularidade: quantos usam e quem usa? E nesses quesitos o Drupal, que já estava entre os melhores há anos, tem se destacado cada vez mais.
Com ele podemos criar desde uma simples página estática ou blog até grandes sites repletos de usuários, com uma base de dados extensa e com muitos acessos a todo momento. E isso tem sido feito. Vamos ver apenas alguns dos websites de peso que foram construídos com Drupal:
A Casa Branca -- o mais recente e ilustre adepto do Drupal é o próprio governo americano: http://www.whitehouse.gov
O projeto CNNGo da rede de notícias CNN: http://www.cnngo.com
Muitos sites de notícias usam Drupal. Exemplo: The Economist: http://www.economist.com
O site oficial de Eric Clapton: http://www.ericclapton.com
Portal do jogo estilo MMORPG Star Wars, The Old Republic, da Lucas Arts: http://www.swtor.com
A distribuição de Linux Ubuntu: http://www.ubuntu.com
"Linux Journal": http://www.linuxjournal.com
Java.net, portal oficial da linguagem de programação Java da Sun: http://java.net
Mais exemplos podem ser encontrados no site do criador do Drupal e líder do projeto, Dries Buytaert: http://buytaert.net/tag/drupal-sites
Atualmente o Drupal está na versão 6, que trouxe mudanças fundamentais em relação às anteriores. A versão 7 continua esse trabalho e já está na fase de "code freeze" (pararam de programar novos recursos e estão concentrados em testar e corrigir todos os possívels problemas), sendo ansiosamente aguardada.
Imagens de sites feitos com Drupal:




Mais informações:
Sobre a sigla CMS: ela vem de "Web Content Management System" ou "WCMS" ou simplesmente "CMS" (mas lembrando que existem outros tipos de CMS, com outros fins, como gerenciamento de documentos, etc.).
Sobre o Drupal:
Site oficial: http://drupal.org
Comunidade brasileira: http://drupal-br.org
Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Drupal
O primeiro detalhe importante é que ele é um projeto de software livre (*) e gratuito com uma grande comunidade mundial de desenvolvedores e usuários. Note que há outros bons concorrentes nessa categoria, como Joomla, XOOPS, Plone, WordPress (mais usado para blogs, mas vem se tornando um CMS), TYPO3, Xaraya, etc.
(*) Open source com licença GPL, como o Blender 3D e o sistema operacional GNU/Linux, por exemplo.
O segundo ponto a favor do Drupal é que ele é reconhecidamente bem programado, com uma estrutura bastante modular, repleta de funcionalidades. Além do que já vem integrado nele, existe uma grande quantidade de módulos e temas feitos pela comunidade de usuários do Drupal. Ele está com certeza entre os CMS's mais poderosos e flexíveis e continua evoluindo consistentemente.
Só que esse poder vem com um compromisso: a crítica mais comum ao Drupal é a de que existem alternativas mais amistosas para se configurar e usar, como o Joomla. O que não quer dizer que o Drupal seja realmente difícil de usar, muito pelo contrário, diriam seus fãs.
O terceiro grande trunfo do Drupal (e o foco do nosso artigo) é que graças ao trabalho dos seus desenvolvedores e usuários ele é hoje um dos CMS's mais populares e reconhecidos do mundo, como nossa lista de sites acima confirma.
Mas não vamos entrar nessa guerra de favoritismos. Quem ainda não tiver feito sua escolha pode testar essas e outras alternativas e decidir qual se adapta melhor às suas necessidades e gostos. Via a liberdade de escolha :) !
PS: além da documentação oficial e de muitos tutoriais escritos e em vídeo na Internet, diversos livros foram e continuam sendo publicados sobre o Drupal: http://drupal.org/books
As imagens dos websites foram feitas com a ferramenta online "Shrink the Web": http://www.shrinktheweb.com
Willian Padovani Germano
22 de novembro de 2009
1a Conferência WEB W3C Brasil em São PauloPra quem ainda não conhece (deveria conhecer), a W3C é o World Wide Web Consortium, um consórcio de empresas de tecnologia, atualmente com cerca de 500 membros. Fundado por Tim Berners-Lee em 1994 para levar a Web ao seu potencial máximo, por meio do desenvolvimento de protocolos comuns e fóruns abertos que promovem sua evolução e asseguram a sua interoperabilidade.
É o W3C que dita os padrões atuais da web assim como pesquisa os padrões do futuro.
Amanhã (SEG 23) tem início a primeira conferência brasileira W3C.
As inscrições via web estão encerradas mas ainda dá tempo. Novas inscrições serão aceitas somente presencialmente no local da conferência no dia 23 de novembro.
Valores: R$ 190,00 (para quem trabalha com web, vale cada centavo)
Conferência Web W3C Brasil 2009A Conferência Web W3C Brasil foi criada para oferecer ao público brasileiro um amplo fórum anual de discussão e debate sobre a evolução da Web, a padronização de suas tecnologias e seu impacto na sociedade e na cultura. A Conferência reunirá pesquisadores, desenvolvedores, usuários, empresas, agências digitais, mídia e todos aqueles que são apaixonados pela Web e que têm algo a oferecer, usar e debater.
Web para todos, em qualquer dispositivo, em qualquer lugar, segura e confiável!
Iniciativa CGI.br e NIC.br
Caso tenha alguma dúvida, contate w3c@nic.br
30 de outubro de 2009
O novo OrkutApesar do crescimento exponencial do Facebook (crédito de uma campanha bastante agressiva), o Orkut ainda é a rede social preferida pelos internautas brasileiros. E justamente em virtude desse cenário que a equipe brasileira do Google é a responsável, com ajuda de desenvolvedores indianos, pelo novo projeto. O redesenho (visual e funcional) liderado por Berthier Ribeiro Neto, diretor de engenharia do Google para a América Latina, teve como principal objetivo aprimorar a experiência de navegação, integração e comunicação dos usuários. É claro que o grande foco foi atualizar-se nas questões de funcionalidades em tempo real, consagrada pelo Twitter e copiada pelo Facebook.
Para cumprir a missão o trabalho foi reescrever o código utilizando o Google Web Toolkit, uma ótima ferramanta de desenvolvimento gratuita. O AJAX agora trabalha bem nas páginas fazendo com que os usuários logados não precisem "trocar" de página para realizarem várias acões. O Google Web Toolkit, pra quem desenvolve em java, também pode ser integrado (plugin) ao ótimo Eclipse.
A nova versão do Orkut conta com muitas novas funcionalidades e uma cara renovada. Porém, voltando ao começo, agora, ao menos nessa fase, é necessário ser convidado para entrar. Pura estratégia de marketing. Mas também, provavelmente, uma forma de mensurar o desempenho do sistema aos poucos para evitar algum tipo de crash crítico.
A mudança não terá impacto na experiência ou nos dados dos usuários: as informações serão todas mantidas nas páginas, e aqueles com a versão antiga do site poderão se comunicar normalmente com os adeptos do novo modelo.
O processo de migração ocorrerá até metade de 2010.
Mais informações no blog oficial do Orkut.
Confira algumas telas do novo Orkut:
30 de julho de 2009
Novo Site Alpha Channel no forno
Quem conviveu com a Alpha Channel nestes últimos 7 anos de sua existência já deve ter participado ou opinado sobre a "cara" do site da escola.
Enquanto todos partiam dos princípios lógicos de design de web sites, a Alpha Channel, diferentemente, partiu no sentido oposto. Nada de quadrantes, nada de escolha de cores, nada de pacotes prontos. O internauta escolhia a cor do site e a home tinha uma disposição randômica, com poucas coisas fixas dentro do lay out. Alguns adoraram, muitos odiaram.
Apesar disso, surpreendentemente, vimos sites similares adotando exatamente a nossa formatação, com riqueza de detalhes na apresentação de cada produto ou curso.
Antes do site Alpha, sites de Computação Gráfica eram muito simples, mencionavam basicamente o nome do software como conteúdo do curso. No início, Photoshop e Corel Draw eram considerados "computação gráfica" e 3D studio era algo estratosférico. Depois do site Alpha, vivenciamos uma proliferação de dizeres semelhantes aos nossos, do tipo "vale o conceito, não a ferramenta", "computação gráfica é ampla", "a quem se destina o curso" e uma infinidade de assertivas que remontam dos anos 80, quando ainda a engenharia inventava essa arte a duras penas.
Do ponto de vista técnico, o site Alpha tem a maioria das ferramentas modernas de administração de conteúdo. Do ponto de vista artístico, é uma salada de frutas, como é a Computação Gráfica em si.
A Alpha Channel fala isso como um ombudsman falaria, mas tem uma explicação, sem ser uma justificativa: o site foi desenvolvido e é mantido pela equipe interna da alpha, que envolve alunos, professores e demais colaboradores. Nossa idéia era mostrar exatamente a imperfeição de quem está aprendendo, embora todas as regras de design e de marketing apontem para o sentido de mostrar somente o que existe de melhor. Nenhuma escola é tão boa a ponto de apresentar somente trabalhos nota10, ou que seu próprio site seja impecável. Haja vista as escolas francesas de Computação Gráfica, consideradas as melhores do mundo, como também as norte americanas.
O site da Alpha Channel já tem 5 anos, prazo maior que o de praxe, 2 anos. Mas um site novo está no forno. Opa! Teremos novidades?
A Alpha sempre inova, não porque quer ser campeã em marketing, nem ser campeã na arte ou no design do site. Faremos o que nossa equipe tem de melhor, dentro da mesma filosofia. Quem estudou na Alpha sabe o que estamos dizendo. Quem viu o primeiro site, o segundo e o terceiro (atual) não perde por esperar.
Enxergar o que todos enxergam não é nossa missão. Somos uma equipe que aceita desafios. Acreditamos no que somos capazes de fazer.
Equipe Alpha Channel
17 de maio de 2009
5 livros essenciais para o design interativoConfira a lista de 5 ótimos livros que todo webdesigner deveria ter em sua biblioteca.
Don't Make Me Think - A common sense aproach to web usability
de Steve Krug
O título já diz tudo. É um ótimo guia ilustrado sobre construir sites amigáveis.
Letting Go of the Words: Writing Web Content that Works
de Janice (Ginny) Redish
Profissionais de web devem compreender cada aspecto comunicacional em seu meio, da arquitetura da informação e usabilidade até direitos autorais. O livro mostra como dizer mais com menos, uma premissa para o bom conteúdo web.
The Big Red Fez: How To Make Any Web Site Better
de Seth Godin
O livro fala sobre remover tudo o que não leva o visitante diretamente ao que ele procura. Elementos de design supérfluos são sempre potenciais distrações ao visitante.
Designing With Web Standards
de Jeffrey Zeldman
Conhecido como a bíblia do webdesign moderno, o livro é uma ferramente essencial para o conhecimento das diversas linguagens disponíveis para se construir um site.
The Design Of Everyday Things
de Donald Norman
Um livro que não fala diretamente sobre design de websites mas que fala do essencial: princípios de design centrados no usuário.
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Tá esperando o que? Corre comprar ou pedir emprestado para alguém!
Na Alpha você encontra, além de ótimos professores, as melhores dicas para arrasar na profissão.
Fonte: http://briancray.com/
13 de maio de 2009 | por Alpha Channel
Os 10 maiores erros em web design 1 - Uma busca ruim
Uma busca eficiente é essencial para que o usuário encontre o que procura em seu site. Em muitos casos, ela é a única alternativa quando a estrutura de navegação não cumpre adequadamente a tarefa de guiar o visitante através do conteúdo.
Um problema muito comum são as buscas que utilizam como critério de relevância apenas a quantidade de vezes que um termo buscado aparece em uma página e não exatamente a sua relevância em relação ao conteúdo da página como um todo. Tenha em mente que um termo pode aparecer dez vezes em uma mesma página e, assim, ser considerado relevante pela busca. Mas talvez essa mesma busca ignore uma página em que o termo aparece apenas duas vezes mas cujo conteúdo é muito mais relevante em relação ao termo pesquisado.
A busca também deve considerar variações de grafia já que os usuários não são obrigados a saberem a forma correta de escrever o nome daquele software 3D tcheco super maneiro...
Usuários detestam quando, subitamente, o browser carrega um arquivo PDF. A partir deste ponto, a navegação sumiu e muitas das funcionalidades padrão do browser se tornam inúteis.
No PDF, o desenho do conteúdo está otimizado para impressão e raramente aparece em um tamanho adequado no browser. Isso significa letrinhas minúsculas e muita dificuldade de leitura.
Se o conteúdo é importante o bastante para ser apresentado no site, que seja em uma página web.
Uma sinalização clara das páginas já visitadas auxilia o usuário a compreender onde ele está. Saber onde você esteve e onde você está torna mais fácil a decisão "para onde ir agora". Os links são essenciais nesse processo. Sinalizar onde o usuário esteve o ajuda no processo de escolha: não visitar mais páginas que não sejam de seu interesse e decidir quais páginas valem uma segunda olhada (ou terceira, ou um bookmark).
Isso só ocorre de uma única maneira: que os usuários consigam diferenciar links não visitados dos já visitados. Para isso, basta mudar a cor dos links visitados. Simples assim.

Textos muito extensos são um veneno para uma experiência interativa. Intimidam e afastam o usuário. Afinal, ninguém navega na web para ler um volume enorme de texto na tela do computador.
A dica primordial aqui é: escreva para o meio online, não para o impresso.
Use sempre: subtítulos, listas, palavras grifadas, parágrafos curtos e, principalmente, seja claro e objetivo.
O advento do CSS possibilita que o tamanho das fontes na tela seja fixo (em pixels), tirando do usuário a possibilidade de aumentar o tamanho da fonte para enxergar melhor! No lugar de utilizar tamanhos fixos, utilize tamanhos relativos sempre deixando o usuário no controle da situação e de suas provável dificuldade de visão.
6 - Títulos de páginas com baixa visibilidade para os mecanimos de buscaOs mecanimos de busca, hoje, são a principal porta de entrada para qualquer site.
O atributo title de suas páginas deve descrever, resumidamente, o que existe naquela página. Lembre-se que os títulos das páginas também vão para o bookmark do usuário caso ele resolva guardar sua página. Um título de página enorme, vago e pouco objetivo vai dificultar a vida do seu visitante, tanto online quanto off-line (procurando pela página armazenada no bookmark). Um título que diga em poucas palavras o que o usuário encontrará naquela página é um dos elementos mais importantes como critério de relevância para os mecanimos de busca atuais.
A atenção seletiva é poderosíssima. Lembre-se que a maioria dos usários de web já aprenderam a não prestar atenção em anúncios ou coisas que se pareçam com anúncios.
Atente para:
Cegueira de banner significa que os visitantes nunca prestarão muita atenção em algo que pareça um banner em função de sua forma ou da posição em que ele se encontra na página.
Esquiva de animações faz os usuários ignorarem áreas que piscam e pulam pela tela
Remoção de pop-ups significa que os usários hoje fecham qualquer pop-up antes mesmo que ela carregue por completo. Portanto, não use.
Consistência é um dos mais efetivos princípios da usabilidade. Quando as coisas acontecem sempre da mesma maneira, o usuário não tem com o que se preocupar. Na verdade, ele sabe o que vai acontecer tendo como referência sua experiência anterior.
Quanto mais a expectativa do usuário for comprovada, mais ele se sentirá no controle do sistema. Quanto mais o sistema se comporta de forma diferente do esperado mais inseguro o usuário ficará. Portanto tenha em mente que a navegação e tantas outras coisas devem ocorrer sempre da mesma maneira.
É como um vendedor de aspirador de pó que, ao entrar na sua sala, esvazia um cinzeiro no seu carpete favorito. Ou seja, é invasivo. O usuário não quer que você polua a tela e a barra de tarefas dele.
Além disso, quando você abre um conteúdo em uma nova janela, dependendo da configuração da tela, o usuário não vai nem perceber e, quando for tentar dar um back no browser, o botão vai estar desabilitado. É raiva na certa.

Usuários se comportam de maneira muito metódica na web. Quando entram, tem um objetivo claro em mente. Procuram por alguma coisa específica. Eles estão na web para fazer algo como comprar um produto específico ou pesquisar sobre, por exemplo, algum artista em particular. O pior erro que um site pode cometer é justamente não dar nenhuma resposta ao que o usuário procura.
Muitas vezes a resposta não está lá e você perde um cliente, ou uma venda, pois o usuário assume que seu produto ou serviço não é o que ele procura. Muitas vezes, a falta de clareza no texto também leva o usuário a entender que a resposta que ele procura não está ali.
O pior exemplo de não informar o usuário é evitar colocar preços quando se está vendendo algum produto ou serviço. Preço é uma informação vital para que o usuário entenda a natureza de uma oferta e tenha algum tipo de parâmetro de comparação. Saber o preço de um produto ou serviço possibilita que o usuário compare e navegue até aquele que julgar mais relevante ou que pareça atender de fato suas necessidades.
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Mais dicas de usabilidade você encontra no site de Jakob Nielsen (em inglês): http://www.useit.com/
22 de abril de 2009 | por Equipe Alpha Channel
Seguindo as tendências atuais e sempre antenada com tudo o que acontece no mundo da tecnologia, a Alpha Channel agora está presente também no Twitter, a rede social de microblogging mais comentada atualmente.
Em uma comparação simplista, dá pra afirmar que o Twitter é uma combinação de algumas coisas aparentemente desconexas até então. Ele é uma espécie de Orkut ou alguma outra rede social semelhante. Mas de onde vem essa similaridade? Vem do fato do Twitter permitir ao usuário colecionar seguidores e, com isso, mexe com a vaidade de quem coleciona seguidores. Todo mundo gosta, mais cedo ou mais tarde, de uma legião de amigos (ou seguidores) em uma rede social. Quem disser o contrário está mentindo ou não regula bem da cabeça. : )
A questão é que nessa coleção de amigos as pessoas interagem, compartilham informações e constroem algo bacana juntos. Dá pra dizer que as pessoas as quais você segue equivalem as suas comunidades em uma outra rede social. Em redes como o Orkut, as pessoas colecionam comunidades simplesmente para detalharem um pouco mais de seu perfil, já que todo espaço do mundo não é suficiente pra falar de si mesmo. Assim entram em um monte de comunidades sobre os mais diversos assuntos simplesmente para sinalizarem que gostam (ou não gostam) de alguma coisa. Feito isso, ninguém mais entra nas tais comunidades pra de fato interagir com os membros ou dar uma olhada no que está acontecendo por lá.
Já no Twitter você passa a receber instantaneamente tudo sobre um determinado assunto a partir do momento que você começa a "seguir" um usuário que sabe tudo sobre tal assunto e posta coisas incansavelmente sobre o tema.
O Twitter também se assemelha a um leitor de RSS (feeds). É alimentado com tudo aquilo que as pessoas que você segue postam e, supõe-se, que aqueles que você segue tem interesses comuns aos seus. Por isso você está seguindo o fulano, certo? Então, basta se logar e ser informado em tempo real sobre tudo o que estas pessoas/instituições/veículos de comunicação estão fazendo, vendo, produzindo, etc. Além disso, a busca do twitter é uma espécie de Google humanizado. Essa é a grande sacada. Todo mundo sabe que a tal web 3.0 pretende, em seu sonho mais louco, possibilitar que as máquinas pensem como pessoas e relacionem informações de forma inteligente e contextual (isso é uma definição grosseira, se quiser saber mais, clique aqui. Nessa busca você pode cadastrar alguns termos de seu interesse e receber, em tempo real, tudo o que está se falando sobre aquilo.
Os operadores da busca avançada tem algumas opções bacanas, mas ainda limitadas. Então o grande lance está aí. Faz muito mais sentido você se abastecer de informações de seu círculo (virtual e real) de amigos que tem os mesmos interesses que você do que depender do algoritmo de indexação do google para fazer uma busca sobre algo de seu interesse. A indexação do google trabalha com volume de informação e de forma genérica. O google não te conhece e não sabe das inúmeras nuances de seus gostos e interesses (ainda não...). Seus amigos (aqueles que você segue) provavelmente sabem por que você os escolheu. Por algum tipo de afinidade. É uma espécie de indexação que passa pelo computador dos computadores, as pessoas. A pergunta crucial do Twitter (O que você esta fazendo?) deveria ser mais ampla, tendo em vista o que se faz hoje com ele. Algo como “O que você esta vendo ou descobriu de bacana?”.
As pessoas estão fuçando e encontrando coisas bacanas e interessantes e postando no twitter, o tempo inteiro. Isso ultrapassa, e muito, o comportamento raso de muitos usuários de limitarem-se a descrever suas chatices cotidianas. Aparentemente, o Twitter, veio com as ferramentas (entre elas, as pessoas) certas para acabar com aquela sensação horrorosa de estar nadando num mar de informações que praticamente inundam seu leitor de rss ou seus resultados de busca no google.
Agora você pode acompanhar todas as novidades da Alpha Channel através do Twitter, nosso mais novo canal de comunicação. Basta acessar: http://twitter.com/alpha_channel e ficar ligado em tudo o que acontece na Alpha.
Aproveite também e visite nossa comunidade no Orkut para dar sua opinião e ficar em contato com professores, colegas e profissionais da área.
Nos encontramos na web!
03 de novembro de 2008
Web Design 3D é a próxima onda. A Alpha Channel é a única a oferecer curso na área.
Foi-se o tempo em que saber fazer um site simples era novidade. Assim como saber usar o editor de textos word, a planilha de cálculo excel e outros aplicativos Microsoft, os cursos de web design, html, flash etc tornaram-se padrão de mercado e passaram a fazer parte de quase todos os currículos de profissionais das mais variadas áreas.
Qualquer garoto, aquele da esquina, sabe? é capaz de montar um site rápido para você. E mais, esse garoto nem precisa mais montar nada, existem sites pré-fabricados em que só entramos com o logo do cliente e uma customização bem simples. Tem até bancos de modelos de design visual para esses sites.
A convergência digital, onde entra nisso? Claro, além do design do site já sair do forno sem o menor esforço, a interligação das informações que estão nele com o que possíveis leitores podem escrever, também já está prevista nesses pacotes, permitindo a montagem de blogs, banco de dados e demais tarefas convergentes.
Óbvio que, assim como se popularizou a profissão de web designer, também cresceram os recursos tecnológicos para montagem de sites de grande porte, que não dispensam o trabalho de designers altamente especializados, programadores de alto nível e assim por diante.
Antes não interagíamaos com os sites, hoje podemos trocar informações escritas com eles. Num piscar de olhos, já podemos interagir em 3D, assim como fazemos nos games. Rápido, não?
Empresas de grande porte adotaram de vez a apresentação 3D de seus produtos na internet, em que o interessado pode rotacionar o objeto, trocar de cor, deslocá-lo e até caminhar dentro de um ambiente, sob o comando do mouse.
Não se trata de uma animação em Flash, tampouco um jogo que precisa ser instalado em seu computador. Basta abrir um site projetado para interação 3D e você tem acesso imediato às movimentações dos produtos ali apresentados.
Ainda existem poucos softwares especializados em criar esse tipo de interação para ser colocada em sites, embora não seja exatamente uma novidade. O problema é que a maioria deles exige sempre que o internauta instale um plugin na hora de entrar na movimentação 3D, o que não é bem visto, por razões óbvias de segurança.
O Demicron Wire Fusion, software utilizado pela Alpha Channel em seu curso de Web Design 3D, é o único que não requer instalação de nenhum arquivo executável e, por isso, não inibe o internauta a entrar nos campos de interação 3D da página. Não é à toa que esse software é usado pela NASA e por diversas empresas grandes como Mitsubishi, Siemens e várias outras.
Este curso também ensina as técnicas básicas de web design, incluindo Dreamweaver e Flash, mas vai muito além dos cursos tradicionais. É a 3a. onda. É 3D!
20 de setembro de 2008
O Curso de WEB Design 3D da Alpha Channel capacita seus alunos em diferentes softwares para que os mesmos tornem-se profissionais com grande bagagem técnica e façam parte deste meio que só tende a crescer.
Cresce tanto que já existe até uma associação, é a ABRAWEB – Associação Brasileira de Web Designers e Desenvolvedores. Foi criada para defender os interesses dos profissionais envolvidos no desenvolvimento e manutenção de ambientes virtuais interativos.

O Jornal “O Dia” publicou uma matéria realizada na ABRAWEB na qual a associação respondeu algumas perguntas interessantes para quem está ou pretende ingressar nesse meio profissional.
- Quantos profissionais existem atualmente na área de webdesign em todo o Brasil?
É muito difícil precisar com exatidão este número. Nossa estimativa baseia-se: na quantidade de pessoas que se formam em faculdades e cursos profissionalizantes; na crescente quantidade de micro-empresas e profissionais autônomos que oferecem serviços de web design no país; e em pesquisas que a Abraweb realiza dentre seus potenciais associados.
Portanto, de acordo com as fontes de informação acima, estimamos um mercado com algo entre 70 e 80 mil profissionais. Deste universo, 40mil são associados a Abraweb (Associação Brasileira de Web Designers e Webmasters). Dentre estes, a maioria possui nível de profissionalização mais avançado (com curso profissionalizante ou formação superior).
Já no Estado do Rio de Janeiro, temos 15,2% de nossa base de associados, se transportamos isso para nossa estimativa de profissionais no país, temos aproximadamente, 11 mil profissionais só no Estado do Rio.
- Qual a variação de salários entre um profissional iniciante e um que já tem grande destaque no mercado?
Como em diversas outras profissões os iniciantes ganham bem abaixo do que deveriam. Fica difícil até mesmo investir nos estudos e aperfeiçoamento. De acordo com os dados gerados pela resposta de 33 mil associados ABRAWEB que se dizem estudantes de web design ou profissionais formados acreditamos que a faixa salarial do iniciante vai de 500 a 1 mil reais. No entanto, profissionais de destaque chegam a ganhar até 7 mil reais/mês, dependendo do seu grau de conhecimento técnico, da diversidade de plataformas que domina e de sua capacidade criativa. Muitos abrem sua agência de desenvolvimento de produtos para Internet e conseguem gerar novos empregos e faturar no mínimo 8 mil reais mensalmente.
- Qual a graduação necessária (e a recomendada) para que alguém possa começar a exercer a profissão?
Como não há uma regulamentação, a escolha do profissional de web design fica a critério de testes nas ferramentas de trabalho, do período de experiência que ele passa na empresa, e de seu portifólio. No início os web designers acreditavam que bastava ser autodidata para conquistar um lugar no mercado. Porém este cenário tem mudado. Mais e mais pessoas procuram a graduação na área e principalmente cursos para aperfeiçoamento de uso de softwares e atualização.
A graduação na área se tornou importante pela visão global de negócio, o aluno aprende desde direito na Internet até como integrar seu trabalho com as outras áreas e outros profissionais.

- Quando a profissão de web designer começou a ser reconhecida? quando foi a grande explosão de demanda por esse curso?
A história da profissão de web design está diretamente relacionada à própria história da evolução da Internet. A partir do momento em que a Internet virou um meio de comunicação e passou a precisar de profissionais desta área, que soubessem como disponibilizar de forma adequada uma informação a Internet começou a tomar a forma que conhecemos hoje, com interfaces gráficas para mostrar conteúdo. Isso aconteceu principalmente no início dos anos 90.
As pessoas passaram a adaptar-se à nova realidade e o layout e estética começou a ser mais valorizado.Profissionais que tinham conhecimento de design gráfico começaram a digitalizar suas criações para formato web e a aplicar funcionalidades para navegação no conteúdo.
Resposta enviada por : Stela Garcia , jornalista e diretora da ABRAWEB.
11.09
21.08
14.08
Games como expressão artística
07.08