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Cursos de XNA serão dados por alunos do ITA

 

05 de abril de 2010

 

CURSOS DE XNA NA ALPHA CHANNEL SERÃO DADOS POR ALUNOS DO ITA

A Alpha Channel é parceira oficial da Microsoft e está traçando um plano arrojado para o desenvolvimento de jogos em XNA. Como primeira etapa deste plano, estamos trazendo alunos do ITA para lecionar programação na Alpha.

Em breve será anunciada uma parceria inédita com uma equipe de 29 alunos do ITA. Fique ligado.

Agora a Alpha Channel conta com "Rocket Scientists", vindos da Egenharia de Computação do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).

Desejamos boas vindas aos nossos novos professores e bom proveito aos nossos alunos de XNA!

Equipe Alpha Channel

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Vencedor do SBGames vai lecionar na Alpha

 

01 de abril de 2010

 

ALUNO DO ITA, VENCEDOR DO SB GAMES 2007 VAI FAZER PARTE DO TIME DA ALPHA CHANNEL

Pedro Cahu, integrante da equipe vencedora do SBGames 2007, categoria Desktop, iniciará seu estágio de engenharia da computação, pelo 5o. ano do ITA, na Alpha Channel.

Além de cursos de games, Pedro estará envolvido com atividades de pesquisa avançada em sistemas de ray tracing.

Fique ligado, a área de games da alpha channel terá novas surpresas!

Equipe Alpha Channel.

 

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Curso de Unity 3D na Alpha

 

01 de abril de 2010

 

UNITY NA ALPHA CHANNEL, FINALMENTE!

Prepare-se: se você é fã de Unity, agora vai ter a oportunidade de aprender esta nova ferramenta.

Veja o software em www.unity3d.com .

Fique ligado, será anunciada uma palestra em breve sobre o curso.

A Alpha Channel não para.

Equipe Alpha Channel.

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Lista de participantes do Independent Games Festival 2010

 

22 de novembro de 2009

Participantes do Independent Games Festival 2010

 

A maior competição de desenvolvedores de jogos indepententes do mundo divulgou a lista dos participantes para o festival do ano que vem (2010).

Os vencedores serão divulgados no início de março de 2010. Concorrem mais de 300 jogos independentes e na lista é possível inclusive dar uma conferida na maioria dos jogos que já estão prontos e disponíveis para download.

Vale a pena dar uma conferida para ver o que anda sendo produzido pelos estúdios independentes. Além disso, é um ótimo termômetro do mercado para saber o que a indústria espera em termos de inovação e idéias que, apesar de recente, já anda saturada e cheia de mesmices.

Veja a lista completa dos concorrentes de 2010 no site do IGF.

Também vale muito a pena olhar com atenção para os vencedores deste ano. Acesse a lista aqui.

 

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1º Concurso de Jogos Eletrônicos da CGU

 

03 de novembro de 2009

1º Concurso de Jogos Eletrônicos da CGU

O 1º Concurso de Jogos da Controladoria Geral da União (CGU) selecionará dois projetos de jogo de computador, voltados principalmente ao público infanto-juvenil, que transmitam noções de controle social, cidadania, democracia, participação popular, aplicação de recursos públicos e prevenção e combate à corrupção. Poderão participar do concurso pessoas físicas acima de 18 anos, individualmente ou em grupo, e pessoas jurídicas registradas no país.

Os autores dos projetos escolhidos receberão apoio financeiro de até R$ 80.000,00 para o efetivo desenvolvimento de cada jogo. A seleção dos vencedores será feita por uma comissão composta por especialistas em jogos de computador e em controle social designada pela CGU e pela Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos (Abragames). Os produtos finais não poderão ser comercializados e ficarão à disposição da CGU para publicação em seus sítios e outras formas de distribuição.

Para participar do 1º Concurso de Jogos da CGU, os interessados deverão enviar os projetos completos à CGU, por Sedex, até o dia 9 de novembro. A divulgação do resultado final do concurso acontecerá até o dia 9 de dezembro no endereço eletrônico http://www.cgu.gov.br.

Para mais informações, acesse o site da CGU: http://www.portalzinho.cgu.gov.br/
concursos/1o-concurso-de-jogos-eletronicos

Fonte: Abragames

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Unity agora tem versão gratuíta

 

30 de outubro de 2009

Unity 3D agora tem versão free

A Unity, para quem ainda não conhece, é uma flexível e poderosa ferramenta multiplataforma de desenvolvimente de jogos. Uma ferramenta ideal para indie devolopers. Com ela você pode desenvolver para Windows, Web, IPhone e Wii, tudo em um mesmo pacote.

É uma ótima alternativa ao Flash quando se trata de webgames já que é completamente 3D sem a necessidade de add-ons como o Papervision, por exemplo.

A Unity também pode ser uma ferramenta interessante para o uso em publicidade na web, substituindo o já consagrado Flash. Veja aqui o exemplo da EDGY que já produz muita coisa em Unity:

Jogue o game no site da EDGY

A boa notícia é que agora ela conta com um versão gratuíta que pode ser utilizada, inclusive, para projetos comerciais. É claro que existem as vantatagens e desvantagens. O pacote free tem algumas limitações em relação a solução paga. Mas mesmo assim é uma ferramenta bastante interessante para quem quer iniciar na carreira da game developer e também uma segunda (ou primeira) opção para quem já trabalha na área utlizando outra ferramenta.

Você pode fazer o download aqui.

Confira a tabela, no site oficial, com o comparativo de funcionalidades entre as versões disponíveis da Unity.

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Periódicos importantes em Desenvolvimento de Jogos

 

15 de julho de 2009

Periódicos importantes em Desenvolvimento de Jogos André Kishimoto (www.tupinihon.com)

  É importante para quem trabalha com desenvolvimento de jogos (ou quer ingressar na área) estar por dentro do que acontece na indústria, saber quais são as novidades do mercado, no que as empresas estão trabalhando e como elas trabalham. Por esse motivo, selecionamos alguns periódicos e sites que possuem leituras e estudos essenciais da área:   Periódicos: - Game Developer Magazine A publicação essencial para o desenvolvedor de jogos desde o início dos anos 90, conta com uma variedade de artigos (programação, design, arte, áudio, ...), post-mortem muito interessantes em que você aprende com os erros e acertos dos colegas da área e novidades na área de desenvolvimento. Além disso, todo ano a revista publica uma pesquisa salarial anual. Há opções de assinatura digital e impressa; o interessante da assinatura digital é ter acesso às edições anteriores, podendo consultá-las online, imprimir ou ler em PDF (www.gdmag.com).   - Develop Magazine Uma publicação britânica com conteúdo bem interessante. Possui reviews de ferramentas, perfil de empresas européias e artigos em diversas áreas. Além da assinatura impressa, os leitores podem consultar as edições gratuitamente no site da publicação: www.develop-online.net.   - Mobile Entertainment Magazine Dedicada ao segmento de entretenimento mobile, é a publicação-irmã da Develop Magazine. É possível ler as edições através do site www.mobile-ent.biz.   - Edge Brasil Uma publicação nova no mercado nacional mas antiga e bem respeitada no exterior. Possui ótimos artigos sobre a indústria de jogos, traz biografias das empresas brasileiras, uma seção "Making of", abordando a criação de alguns jogos selecionados, além de reviews e lançamentos dos jogos.   - EGW (www.egw.com.br/) Evolução da EGM Brasil que continha muitas traduções de conteúdo da EGM americana, conta hoje com matéria 100% feito no país, e profissionais muito experientes na indústria dos games.     Sites:   - Gamasutra (www.gamasutra.com) Indispensável para qualquer profissional e estudante de jogos, assine o newsletter do site e fique em dia com tudo que acontece na área! Há uma seção de oportunidades ('Jobs') que vale a pena consultar para saber o que as empresas pedem dos profissionais.       - Game Career Guide (gamecareerguide.com) Site direcionado aos estudantes de desenvolvimento de jogos, com muitos artigos e dicas para ingressar na área. Ainda, possui uma extensa lista de escolas que possuem cursos na área e jogos de estudantes.   - Gamedev.net (www.gamedev.net) Site com muitos artigos e novidades, além de fóruns com muitas dúvidas discutidas e explicadas pelos usuários.   - Develop Magazine (www.develop-online.net) Além da revista, a Develop Magazine possui um site contendo notícias diárias sobre o que acontece na indústria de jogos.   - Mobile Entertainment (www.mobile-ent.biz) Assim como a Mobile Entertainment, com o foco no setor mobile.   - SharpGames (www.sharpgames.net) Site da comunidade SharpGames, que tem foco no estudo das tecnologias da Microsoft para desenvolvimento de jogos, com notícias, artigos e podcasts.        

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O profissional de games

 

22 de junho de 2009

 

O PROFISSIONAL DE GAMES

Cenário atual
Para nós, brasileiros, a busca incessante por uma vaga na indústria mundial de games acaba sendo incondicionalmente uma luta entre o inexplorado e o desfavorável. Embora muitos se esforcem para conseguir um lugar ao Sol, como os mais de 6.000 currículos enviados à filial da Ubisoft, na época recém instalada em São Paulo com apenas 20 vagas, poucos ainda apresentam as características desejadas pelo mercado.

Apesar das empresas no Brasil estarem num ritmo crescente e seguindo os padrões internacionais do mercado de games, o profissional disponível no mercado, salvas as exceções, está em linhas gerais num estágio mais inicial. Há uma notória disparidade entre o que as empresas buscam e o que os profissionais têm a oferecer. Não há culpados nesta guerra, só feridos, correndo atrás do prejuízo. Ainda somos imaturos neste assunto, sem cultura de desenvolvedor de games. Criar um game é uma história, lucrar com isto é outra bem diferente.

Mas o cenário está mudando para melhor. Com novos cursos profissionalizantes, mais empresas propiciando empregos, parcerias estrangeiras, incentivos governamentais, redução de impostos e interesse da nação sobre o mercado, chegaremos lá um dia.

Como entrar para o mercado
No exterior principalmente, o mercado funciona como um relógio. Quem quer começar a trabalhar em empresas grandes precisa ter experiência comprovada. Mesmo no Brasil, onde a mão de obra é escassa, o talento fala mais alto. Uma forma de facilitar as coisas é ter feito algo de destaque ou importante. Outra é já ter trabalhado em projetos conhecidos e publicados. Caso não seja nenhum destes o caso, o sujeito passa por testes para provar seu conhecimento em determinado cargo aplicado. Os testes são sempre rigorosos, e às vezes demoram meses. No Brasil, como muitas empresas exportam games, muitos dos testes e entrevistas são feitos inteiramente em inglês.

Para os iniciantes, o jeito é começar como jogador de testes ou, mais especificamente, na área de Game QA (Game Quality Assurance, uma forma de certificar que o game atingiu as normas de qualidade esperadas pelo público, exigindo pouco conhecimento técnico e mais conceitual, força de vontade em jogar por horas a fio, persistência em tarefas repetitivas, atenção aos detalhes e disciplina em preencher formulários – em suma, um beta tester). Esta área existe em todo o mundo, inclusive não somente para games de PC ou consoles, mas também de celular e web. Dali o profissional segue um plano de carreira dentro da indústria, partindo para a área mais técnica ou artística, subindo de cargo em cargo conforme o seu desempenho. Normalmente estes profissionais se tornam futuros game designers.

Já para empresas menores ou menos estruturadas, é possível ser contratado sem tantos esforços e com um conhecimento menos direcionado. Mas ainda assim o candidato passa por testes rigorosos. Em geral as empresas buscam profissionais que estão atentos às práticas consolidadas de mercado.

As chances de contratação existem mesmo para profissionais não especializados, já que o mercado ainda é carente de pessoas com conhecimento qualificado em games. Mas depende um pouco do que se busca e o que o profissional tem a oferecer. Uma vaga para programador especializado em pipeline gráfico ou shaders certamente não será preenchida por um programador com sólidos conhecimentos em plataforma .Net e vindo do mercado corporativo. Por outro lado, uma vaga para programador júnior em Flash para games, ou até uma vaga para modelador 3D de objetos inanimados no game, já são mais fáceis de encontrar. Poderíamos adaptá-las com certo esforço de um programador em Flash com conhecimento em web e intenção de trabalhar com games, ou um modelador 3D de maquetes eletrônicas.

A internet é um meio funcional para se procurar trabalho, principalmente para quem planeja se mudar para o exterior. Existem diversos sites especializados de empregos exclusivamente para games, ou sites de games como Gamasutra que possuem uma seção sobre vagas, além de redes sociais como LinkedIn que são voltadas para este fim. Além disto, é importante também atentar aos sites das próprias desenvolvedoras.
 
Embora elas possam não estar necessariamente buscando um candidato, alguém com um material excepcional para mostrar pode conseguir um trabalho inesperado. A demanda por este mercado é sempre constante, mesmo no Brasil. De qualquer forma, o profissional deve estar preparado para mudar de estado dependendo da oportunidade, uma prática comum em todo o mundo. 

O perfil do profissional
Os profissionais procurados pelas empresas pequenas são, em geral, os multidisciplinares: quanto mais souberem, mais ajudam. Já em empresas melhor estruturadas ou maiores, estes profissionais dão lugar aos mais focados em determinada área, como artistas conceituais, pintores de textura, animadores e modeladores – quatro funções distintas, que normalmente são encontradas em um único indivíduo, agora almejam quatro profissionais distintos.

Dentre as diversas funções, como produtor, game designer, artista, programador, músico etc., todos têm o seu valor, mas a procura varia de empresa e projeto. Empresas focadas em games casuais ou de menor orçamento, onde o número de títulos por ano é relativamente alto, tendem a buscar mais game designers. Já empresas que produzem projetos de longo prazo, buscam mais artistas ou programadores.

Por ser um país com grande concentração da formação tecnológica, os programadores deveriam ser os mais fáceis de achar. Mas não, não os qualificados. O programador de games conhece técnicas e tecnologias só vistas nesta área, e só conseguem aprender isto fora do mercado corporativo, em cursos especializados ou com experiência na prática.
 
Talvez os artistas sejam mais fáceis, pois já têm outros ramos relacionados que ajuda a formá-los, como é o caso de agências de publicidade ou produtoras. O game designer é também difícil de empregar, por exigir uma formação atípica e principalmente uma visão comercial do mercado de games que, no Brasil, é indefinido.
Fica difícil traçar um perfil geral para um profissional nesta área. Mas um fator é crucial e inquestionável dentre eles: a paixão pelos games. 

Como se destacar
Por fim, existe uma série de características gerais fundamentais ao candidato de qualquer área, para que ele se destaque nesta selva. Vale apena citar alguns exemplos para a de games, não seguindo necessariamente uma ordem:
Formação de boa qualidade, Fluência em inglês, Ética profissional, Compromisso, Objetividade, Polivalência, Comunicação, Disciplina, Pró-ativo, Autodidata, Mente aberta.

Esteja pronto para quebrar paradigmas. Fuja do convencionalismo. Seja criativo fora do padrão. Pense out of the box.. Se puder aprender sozinho, você não dependerá de ninguém para te ensinar e, consequentemente, aprenderá mais rápido e será mais eficiente no trabalho.. Quase que obrigatório. Se você quer se destacar entre os outros, não espere acontecer, faça. Preveja incêndios antes que eles aconteçam..
 
Seja pontual, organizado, concentrado em seu trabalho. Em tudo na produção do game você verá disciplina, já que se trata de um projeto complexo, demorado e que envolve normalmente várias pessoas.. Ser comunicativo engrandece o indivíduo, além de ser imprescindível para a produtividade. A falta de comunicação entre hierarquias e setores é a grande vilã das empresas.. Embora pareça contraditório, é importante conhecer um pouco de tudo enquanto se especializa num determinado assunto. Ser focado em determinada área não significa ser tapado nas demais.

É importante ter noção do global para se destacar entre outros profissionais e se aperfeiçoar, já que cargos mais altos exigem um conhecimento mais amplo. Conhecer outras áreas também facilita na comunicação.. Tente se especializar no que você sabe fazer de melhor, enquanto busca o constante aperfeiçoamento dentro daquilo que julga como satisfação profissional.

Em geral as empresas buscam alguém com foco em determinada área.. Tem profissional qualificado que não tem força de vontade para trabalhar, mesmo ganhando bem. Aí a empresa fica num dilema entre conseguir achar outro profissional bom que tenha compromisso ou manter o mesmo sem compromisso. Isto quando o mesmo não desiste e larga o emprego do nada..

Falta de ética pode significar você fora do mercado, ainda mais no Brasil, já que ele é um ovo e todos ficam sabendo rápido quem é quem.. Dispensável dizer que é fundamental. Desde material para aprendizado às ferramentas de trabalho, o inglês é presente em toda a cultura de games. Uma vez sabendo-se que a indústria nacional é regida por empresas que exportam games, multinacionais, ou filiais estrangeiras estabelecidas, o idioma se torna impreterivelmente obrigatório quando é preciso reportar aos superiores que não são brasileiros, ou ainda, aos clientes que são diretores em publicadoras no exterior.

 

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O mercado de games e o XNA

 

21 de junho de 2009

 

O mercado de games e o XNA Desde 2007, quando a Microsoft publicou pela primeira vez o XNA Game Studio, o cenário dos desenvolvedores independentes abriu um sorriso. Afinal, produzir para o console Xbox 360 não era até então uma pretensão de muitos, uma vez que se tornar uma desenvolvedora licenciada pela fabricante e obter o kit de desenvolvimento oficial sempre foi mais difícil.   A questão é que para todos estes empreendedores, o modelo de negócios é o que realmente importa. Produzir um game é relativamente fácil se compararmos com a venda do mesmo. Comparemos então com o iPhone App: qualquer desenvolvedor pode se cadastrar lá, criar uma conta no exterior e começar a faturar com seu game com uma participação fixa do lucro. Todos que tem o celular já sabem onde procurar: ali. Isto é um modelo de negócios muito funcional, tanto para o desenvolvedor, quanto para o jogador.   Mas a Microsoft tinha outros planos, e criou o Xbox Live Community Games em 2008, uma alternativa para desenvolvedores iniciantes terem seus games avaliados por uma comunidade e publicados mundo afora, num modelo de participação de lucro fixo como o da Apple. A iniciativa pioneira vinda de uma das gigantes da indústria de games também fez muitos abrirem um sorriso. Afinal, se para o iPhone funcionou, pro Xbox 360 deve funcionar também. Mas há uma grande diferença aí.   A Microsoft lançou o XNA meio sem saber como ia repercutir. A estratégia sempre foi canalizar os desenvolvedores iniciantes, e não os independentes. Como tornaram o acesso à plataforma deles mais fácil, logicamente todos resolveram brincar com a ferramenta e apostar no mercado. Mas para a Microsoft, o controle de qualidade foi planejado em três modelos: os títulos AAA (triple-A, ou de melhor qualidade), os títulos no Xbox Live Arcade e os do Xbox Live Community Games. Neste caso, todo o trabalho de marketing, vendas e publicação também é distinto.   Quando saíram oficialmente os primeiros números de vendas no Community Games, quem fazia alguma comparação com outros modelos de negócio rapidamente desistiu. Os números foram fracos: no primeiro trimestre foram quase 24 mil unidades vendidas no total, dos 24 títulos à venda. E apenas 7% dos games para download foram comprados.   Bom, isto pode parecer ruim para um desenvolvedor independente. Afinal, ele é um empreendedor, precisa sobreviver do lucro da venda dos games que produz. Mas se olharmos com olhos de desenvolvedor iniciante, os números não são ruins. Imagine-se começando agora e produzindo algo realmente interessante, e conseguir levantar um dinheiro? Poderia valer a pena só deste ponto de vista. Além disto, tanto a Microsoft quanto toda a comunidade de jogadores de Xbox 360 que freqüentam o Community Games no mundo todo verão o teu game. São chances, portas abertas, oportunidades. Isto significa que o Community Games não tem a intenção de ser um mercado, como o iPhone App, mas sim um funil para futuros desenvolvedores de games.   Além do mais, XNA é uma plataforma que cresce com bastante ímpeto no mercado. Claro que, no cenário iniciante principalmente. O XNA não é sequer usado na indústria mundial de games como ferramenta de prototipagem. Tudo bem que muitos usam a linguagem C++ para este fim, mesmo sabendo que protótipos precisam ser criados com agilidade por designers, algo incompatível com C++. Mas outras empresas já vêem a plataforma com olhos profissionais. A Quantix, desenvolvedora de games sediada em São Paulo, já utiliza a ferramenta para protótipos e games de baixo orçamento. “O XNA não é o problema, e sim o modelo de negócios que a Microsoft atrelou a ele”, diz Marcelo Catach, um dos fundadores da empresa.   O futuro da plataforma ainda é um mistério. Depois dos números do Xbox Live Community, muitos desistiram de produzir usando XNA. Mas como se trata de uma ferramenta que permite a inclusão do profissional à plataforma Xbox 360, muitos ainda ouvirão este nome.    

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Web Games - saiba mais

 

13 de maio de 2009

 

1.1 – Por que webgames?   Essa é uma pergunta que muitas pessoas fazem quando há discussões em fóruns e reuniões sobre desenvolvimento de jogos, seguida por outras que questionam se realmente vale a pena aprender a criar webgames, quais suas vantagens e desvantagens, quais oportunidades uma pessoa pode ter no mercado com esse tipo de desenvolvimento, etc...   Muito bem, vamos por partes. Começaremos falando sobre as principais vantagens em desenvolver um webgame, para em seguida verificar suas principais desvantagens. Depois, vamos conhecer um pouco o mercado de jogos nacional e internacional, incluindo as oportunidades de trabalho que esperam por você! Com base nessas informações, você mesmo poderá concluir a resposta para a pergunta desse tópico: por que webgames?     1.2 – Vantagens dos webgames   Uma das principais vantagens que podemos citar sobre os webgames é que eles foram feitos para a web, ou seja, qualquer pessoa que tenha acesso a um computador conectado à Internet pode se divertir com o seu jogo, não importando o sistema operacional do computador – pode ser Windows, Linux ou Mac OS; basta que o computador tenha instalado o plug-in ou software que execute o seu jogo. No caso de webgames, a tecnologia dominante hoje em dia é o Macromedia Flash, embora existam vários webgames desenvolvidos em Java, PHP, Perl, entre outros.   Como a ferramenta abordada no curso utiliza a tecnologia Flash (a partir daqui, iremos abreviar o termo Macromedia Flash escrevendo apenas Flash), o jogador só precisará do Macromedia Flash Player para executar seus jogos feitos com o SWiSHmax. Podemos afirmar com (quase) 100% de certeza que o jogador possuirá o Macromedia Flash Player instalado em sua máquina, tamanha a popularidade dessa tecnologia.   Outra grande vantagem é que criar um webgame com a tecnologia Flash é muito mais fácil e rápido do que criar um jogo para computador utilizando outras tecnologias. Vamos fazer um pequeno comparativo entre um jogo desenvolvido com a tecnologia Flash e um mesmo jogo desenvolvido em linguagem C?   a)      Antes de uma pessoa começar a desenvolver o jogo propriamente dito, ela deve aprender a linguagem de programação que utilizará. A linguagem ActionScript, usada pelo Flash, possui uma sintaxe simples que pode ser aprendida em pouco tempo. Já a linguagem C, nem todas as pessoas conseguem entendê-la, mesmo após anos de estudos. Esse fato pode ser notado em diversas faculdades do país – um dos grandes pesadelos dos alunos é trabalhar com alocação dinâmica de memória e ponteiros (assuntos que não iremos entrar em detalhes nesse curso).   b)      O SWiSHmax (e o Macromedia Flash) possui ferramentas de desenho e transformação, facilitando a criação e edição de retas, polígonos e figuras, sendo possível definir propriedades como cor e espessura de linha, cor de preenchimento (cor sólida, gradiente, etc), escala e rotação. No desenvolvimento em linguagem C, é necessário que o desenvolvedor aprenda a trabalhar com bibliotecas gráficas, como Win32 API, Motif, DirectX e OpenGL. Qualquer operação com tais bibliotecas é feita via codificação. O simples ato de exibir uma janela com um fundo branco, em Win32 API, por exemplo, requer algumas dezenas de linhas de código escritas em linguagem C.   c)      Enquanto um jogo criado com a tecnologia Flash pode ser executado em qualquer sistema operacional, bastando gerar e distribuir o arquivo .swf (Shockwave Flash), um jogo em linguagem C precisa ser modificado e compilado (gerar o arquivo executável) de acordo com as particularidades de cada sistema e biblioteca gráfica utilizada.   d)      Um webgame pode ser jogado online, dentro de um site. Muitos usuários nem percebem que, ao carregar um webgame de um site, ele está fazendo um download, mas sabem que ter que clicar em um link e baixar um arquivo pro computador (o jogo feito em linguagem C) é um download, e essa simples operação de clicar-salvar pode fazer com que muitos desistam de experimentar o jogo. Quando há a necessidade de instalar o jogo, então, muitos resolvem nem baixar o arquivo!   Unindo essas duas vantagens e sabendo aproveitá-las bem (e possuindo um bom planejamento), podemos começar a desenvolver um jogo hoje de manhã, terminá-lo até o anoitecer e disponibilizá-lo em algum site da Internet para que milhões de pessoas possam conhecer sua mais recente criação.   Isso mesmo, milhões de pessoas podem ter acesso ao seu jogo, uma vez que ele esteja disponível online. Por causa dessa facilidade que as pessoas têm em entrar num site e carregar um webgame, muitas empresas perceberam um enorme potencial de divulgação de produtos, marcas e serviços. No setor comercial, isso é uma vantagem e tanto!   Além de o Flash Player estar disponível para sistemas operacionais desktop, há versões para dispositivos móveis: Windows CE (Pocket PC) e novos aparelhos celulares da Nokia. Com alguns pequenos ajustes no seu jogo (questões sobre interação e tamanho de tela), as pessoas poderão jogá-lo em qualquer lugar!   Resumindo, as principais vantagens de um webgame feito com a tecnologia Flash são:   -          Público amplo – o jogo pode ser executado em diversos sistemas operacionais, tanto desktop como móvel; -          O desenvolvimento é mais fácil em relação às outras tecnologias; -          É uma tecnologia gráfica – não é necessário aprender programação de bibliotecas gráficas como DirectX e OpenGL; -          O desenvolvimento é rápido – em questão de horas você pode criar um jogo; -          Fácil divulgação e acesso – basta publicá-lo em um site; -          Ótimo meio de divulgação/propaganda de produtos, marcas e serviços.   Mas... Assim como tudo na vida, os webgames têm seus prós, mas também têm seus contras. Nada é perfeito!     1.3 – Desvantagens dos webgames   Uma das principais desvantagens que podemos citar sobre os webgames é que eles foram feitos para a web. Espere um pouco! Essa não era uma das principais vantagens dos webgames??? Sim, mas também podemos contar esse fato como uma desvantagem.   O motivo de considerarmos o fato que webgames foram feitos para a web como algo ruim é a limitação que a tecnologia nos impõe. Você já encontrou algum jogo de tiro em primeira pessoa como o Half-Life feito com a tecnologia Flash? Ou mesmo um jogo com qualidade parecida com os clássicos Castle Wolfstein 3D ou IndyCar Racing? É pouco provável, pelo menos por ora, que alguém consiga desenvolver um jogo complexo (em termos de gráfico, som e inteligência artificial) em Flash que seja jogável (que tenha uma velocidade de execução razoável).   Com isso, a criação de webgames fica restrita a um ou outro estilo de jogo (assunto que será discutido em breve), e, em sua grande maioria, são jogos 2D, pois um jogo 3D, por mais simples que seja, requer muito processamento e memória (para animações, transformações, textura, etc) que não estão totalmente disponíveis na tecnologia Flash.   O problema de processamento e memória também é uma desvantagem dos webgames. Além de não ser viável criar jogos 3D com a tecnologia, nós não podemos (ou melhor, devemos evitar) utilizar muita memória para o jogo, pois este pode se tornar muito lento. Em outras palavras, imagens bitmap de alta resolução e áudio com qualidade de CD não são recomendados em webgames.   Outra desvantagem é que os webgames são executados dentro do navegador, que não é uma plataforma destinada à jogos. Além da interface do navegador, a página onde o jogo está sendo executado pode conter diversos outros elementos hipermídia, como textos, imagens e links. Dessa maneira, o jogador pode perder a ilusão de estar imerso em um mundo completamente diferente do real, que é um dos grandes objetivos dos jogos eletrônicos de hoje em dia.   Os webgames também podem ter como desvantagem a necessidade do jogador sempre conectar à Internet para executar o jogo, embora esse problema possa ser solucionado dando a opção do jogador baixar o jogo para seu computador.   Em resumo, as principais desvantagens de um webgame feito com a tecnologia Flash são:   -          Tecnologia limitada para criar jogos mais complexos; -          Menor velocidade em relação às outras tecnologias; -          Muito processamento e/ou memória faz com que os webgames se tornem lentos, ou até mesmo não-jogáveis; -          Navegador não é uma plataforma de jogos; -          Jogador deve conectar-se à Internet sempre que quiser jogar.     1.4 – O mercado de jogos   O mercado de jogos pode ser dividido em épocas, a começar pelos anos 70/80. Foi nesse período que os jogos eletrônicos começaram a se tornar populares, juntamente com os computadores pessoais e os videogames. Essa época ficou marcada pela criação de jogos clássicos (lançados principalmente para o videogame Atari) e pela maneira que eles eram desenvolvidos: um jogo (de sucesso ou não) podia ser criado por uma única pessoa, em pouco tempo e com um baixo custo. Uma única pessoa podia ser responsável por toda a programação, arte e áudio de um jogo de computador, chegando até mesmo a fazer a distribuição e venda por conta própria – bastava copiar o jogo em um disquete, colocá-lo em um envelope e postá-lo para quem o tivesse comprado.   No entanto, do final dos anos 80 até a metade dos anos 90, o mercado de jogos havia mudado. Com o avanço tecnológico, era possível criar jogos de melhor qualidade e complexidade, o que resultou na necessidade de pessoas e empresas com habilidades específicas (arte, áudio, design, distribuição, etc). Conseqüentemente, o desenvolvimento de jogos começou a ter aumento de custos, tempo de produção e equipe. Novas empresas surgiram no mercado, aumentando a concorrência. Uma única pessoa já não era mais suficiente para criar um jogo, distribuir e competir com as empresas que tinham bastante dinheiro para investir no setor.   No final dos anos 90, a indústria de jogos começou a produzir jogos que faziam uso de recursos gráficos tridimensionais, mudando completamente o cenário da época anterior. Os jogos tornaram-se enormes, com diversos mundos virtuais para o jogador explorar. Os jogos acompanharam as novidades em tecnologia (ou será que foi o contrário?): o advento do kit multimídia, com placas de som de diversos canais e drives de CD-ROM, as placas gráficas com aceleração 3D, o aumento do poder de processamento e da quantidade de memória disponível nos novos computadores. Aquilo que começou como um hobby de entusiastas da informática acabou tornando-se um verdadeiro negócio lucrativo!   E assim segue o mercado de jogos: atualmente, milhões de dólares são investidos na criação de um único jogo, e não é raro encontrar empresas com equipes compostas por mais de 100 pessoas trabalhando num mesmo jogo. A mídia e as pessoas comparam a indústria de jogos com a indústria cinematográfica, afirmando que jogos já arrecadam mais que filmes. Ainda, muitos jogos possuem uma qualidade gráfica semelhante aos filmes de Hollywood, sendo inclusive temas de novos filmes (além de existir jogos baseados em filme).   Além dos jogos usarem e abusarem das novas tecnologias, uma das tendências é que eles se tornem online, ou seja, os jogadores não precisam mais competir apenas com o computador ou com um amigo que esteja no mesmo local; hoje é possível disputar partidas com jogadores do mundo todo através da Internet.     1.5 – O mercado de jogos nacional   Embora o mercado de jogos nacional ainda esteja engatinhando, o país abriga empresas e pessoas que desenvolvem jogos. O pioneiro da área chama-se Renato Degiovani, criador do primeiro jogo comercial do Brasil: Amazônia. Esse jogo, um adventure em modo texto, fez muito sucesso nos anos 80. Ele ainda é comercializado pelo autor, e hoje conta com recursos multimídia.   Um outro jogo que fez sucesso, mas agora nos anos 90, foi o Incidente em Varginha, desenvolvido pela Perceptum, uma empresa composta de apenas 2 funcionários. Baseado no famoso fato “ET de Varginha (MG)”, foi notícia da mídia nacional e internacional, inclusive sendo comercializado no exterior.   A partir de 2000, houve um crescimento na produção de jogos nacionais. O jogo Outlive (da paranaense Continuum Entertainment) foi o primeiro dessa “nova era” e também foi comercializado no exterior, sendo muito bem criticado. Outro jogo que foi muito bem recebido pelo público (internacional) foi o Deer Hunter 2004, da gaúcha Southlogic Studios, a primeira empresa brasileira a ser contratada para criar um jogo para uma empresa internacional. Hoje, há vários jogos nacionais no mercado, muitos baseados em propriedades intelectuais, como Big Brother Brasil, No Limite e Xuxa e os Duendes.   Um levantamento feito no início de 2005 pela ABRAGAMES (Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos) indica que o Brasil conta com 55 empresas que desenvolvem jogos, com maior concentração no Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro (respectivamente). As principais plataformas-alvo dos jogos nacionais são o PC, web e telefonia móvel.   Nota: Conforme mencionado como uma das vantagens dos webgames, as empresas (principalmente as de propaganda e marketing) perceberam o potencial dos advergames (de advertising games, jogos criados com o intuito de divulgar um produto, uma marca ou um serviço) e começaram a contratar empresas desenvolvedoras de jogos para criar tais produtos. Em uma entrevista dada a uma revista de jogos nacional, a Jynx Playware (de Recife) citou que seus contratos para criar advergames variam entre R$10 mil e R$1 milhão. É ou não é um mercado promissor?   1.6 – Oportunidades de trabalho   Existem diversas oportunidades de trabalho para quem quer ingressar na indústria de jogos. Entretanto, a maioria encontra-se no exterior, em um mercado muito (muito!) concorrido. Além da enorme concorrência, um dos principais requisitos pedidos pelas empresas, e talvez o que pode impedir qualquer um de nós de conseguir um trabalho numa empresa de jogos internacional, é o seguinte: “ter trabalhado em pelo menos 1 ou 2 jogos comerciais (lançados no mercado)”. Como vamos preencher esse requisito se ainda nem trabalhamos em uma empresa de jogos? Não é algo impossível, mas com certeza, é muito difícil.   Encarando a dura realidade e deixando os estrangeiros um pouco de lado, vamos verificar quais são as oportunidades de trabalho no Brasil.   De acordo com a ABRAGAMES, uma das principais plataformas-alvo dos jogos nacionais é a web, com a criação de advergames. Algumas empresas desenvolvedoras de jogos procuram por talentos na criação de jogos voltado para a web, e essa é uma das oportunidades para quem deseja trabalhar com desenvolvimento de jogos.   Existem também as empresas de criação de sites, que têm interesse em profissionais que trabalhem com conteúdo para Internet. Uma pessoa que conhece as etapas de criação de um jogo web e que realmente saiba criá-los pode ter chances para trabalhar nessas empresas, uma vez que elas podem aproveitar o conhecimento de tal pessoa para oferecer um serviço a mais para seus clientes.   Você ainda pode tentar algo por conta própria. Comece a criar seus jogos e divulgue-os em um site (pessoal ou de terceiros). Pode ser que não receba nenhuma oferta de trabalho, mas o simples fato de criar jogos e divulgá-los mostra que você teve a iniciativa em aprender e desenvolver algo, atitudes que são bem vistas pelas empresas. Ainda, você divulga seus trabalhos e o seu nome; começa a entrar em contato com outras pessoas... E quando você menos esperar, alguém pode estar te convidando para uma entrevista de emprego! E se as pessoas gostarem do seu jogo, elas começam a divulgar para os amigos, familiares, fóruns da Internet, e você pode até ganhar alguns fãs!     1.7 – Estilos de jogos viáveis para webgames   Comentamos que, por enquanto, nem todo estilo de jogo pode ser criado com a tecnologia Flash, dada suas limitações de processamento, memória e velocidade. Jogos tridimensionais como Tomb Raider e Doom III, ou mesmo bidimensionais que utilizam diversos recursos do computador (por exemplo, Age of Empires e StarCraft) não são viáveis como webgames. Quais são, então, os jogos que podemos criar com a tecnologia Flash? Existem diversos que você pode criar; desde que entenda as limitações da tecnologia e tenha bastante criatividade! Alguns exemplos de jogos em Flash são citados a seguir:   -          Jogos quebra-cabeças (puzzles): jogos como resta-um, jogo da memória, quebra-cabeças, sokoban, e outros que desafiam o intelecto do jogador; -          Jogos de habilidade: jogos que requerem habilidade e resposta rápida do jogador, como o Tetris, jogo da cobrinha, Breakout (bolinha que destrói blocos) e Pong (tele-jogo);   -          Jogos de tiro: versões muito mais simplificadas dos FPS’s (first person shooters), em que o jogador atira nos alvos que aparecem na tela (geralmente usando o mouse);   -          Jogos de plataforma: embora com algumas limitações, é possível criar jogos que lembram o estilo Sonic The Hedgehog e Super Mario Bros.;   -          Jogos adventure: exigem que o jogador explore cenários/objetos e resolva quebra-cabeças dentro de um contexto e/ou história, como os jogos Onde está Carmen Sandiego? e Myst.   Os tipos de jogos mais comuns para web são aqueles em que o jogador não gasta muito tempo para terminar uma partida, os chamados “jogos casuais”. São mais simples que os jogos para videogame, embora isso não signifique que sejam menos divertidos!   Os webgames tornaram-se passatempos de muitas pessoas, e o público é mais amplo que o de videogames, variando desde crianças até aqueles que trabalham e querem se distrair um pouco do estresse e correria do dia-a-dia. Faça algo de bom para a comunidade; crie um jogo que os faça esquecer um pouco dos problemas do cotidiano (ou aproveite tais problemas para tentar diverti-los!).    

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